A disputa pela vaga de desembargador do Quinto Constitucional da advocacia no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) ganhou um desdobramento na Justiça Federal. A advogada Adriane Magalhães entrou com um mandado de segurança para suspender a tramitação da lista sêxtupla enviada ao tribunal, alegando irregularidades no processo e problemas relacionados à candidatura de Carmem Valérya Salvioni.
Ao analisar o pedido, a juíza Jaiza Fraxe apontou possíveis falhas na condução do certame pela OAB/AM, considerando a sequência de ações judiciais como indicativo de fragilidade administrativa. Ela enviou o processo para a 3ª Vara Federal, que já vinha apreciando outras impugnações relativas ao mesmo edital, incluindo uma ação proposta pelo chefe da Casa Civil, Flávio Antony.
Esse movimento judicial acrescenta nova complexidade à seleção da advocacia para a composição do TJ-AM, ampliando o debate sobre a transparência e legalidade do processo.
Texto: Redação
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