No primeiro encontro do projeto “Ei, mana, não se cale”, estagiárias do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) participaram de um diálogo sobre assédio moral, assédio sexual, violência de gênero e os caminhos de acolhimento e denúncia disponíveis para as mulheres. A iniciativa, promovida pela Ouvidoria da Mulher da Corte, reforça o compromisso da conselheira-presidente Yara Amazônia Lins de construir ambientes mais seguros e acolhedores.
A conselheira-presidente destacou o papel da informação na proteção das mulheres: “Quanto mais conhecem seus direitos e canais de apoio, mais fortalecidas ficam para enfrentar situações de violência”.
O encontro contou com a participação da advogada Aiede Anne Alves de Araújo, da Abracrim Mulher, e da especialista em Direitos Humanos Waldeliz de Freitas Rodrigues, que abordaram conceitos, prevenção, impactos das violências e a importância da denúncia.
Para Waldeliz Rodrigues, compreender o assédio e saber onde buscar ajuda ajuda a romper barreiras que dificultam a denúncia. Aiede Anne reforçou que “projetos como este mostram a importância de denunciar e buscar apoio”.
A diretora da Ouvidoria da Mulher, Ana Paula Aguiar, destacou que o objetivo é encorajar as mulheres a reconhecer a violência e buscar ajuda, ressaltando que “nenhuma mulher precisa enfrentar essas situações sozinha”.
Instituída pela Lei nº 6.789/2024, a Ouvidoria da Mulher atende servidoras, colaboradoras e mulheres ligadas aos órgãos jurisdicionados do TCE-AM, na capital e interior.
O projeto continuará com novas edições nos dias 15 e 16 de junho para colaboradoras terceirizadas e jovens aprendizes. No dia 16, haverá o encerramento do projeto “Ei, mano, segura tua onda”, voltado para o público masculino, completando uma etapa importante do ciclo de capacitações.
Texto: Redação com informações de TCE-AM
Imagem: Filipe Jazz




