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Cerca de 2 mil professores iniciam greve contra Reforma da Previdência em Manaus

Cerca de 2 mil professores iniciam greve contra Reforma da Previdência em Manaus

Na manhã desta quinta-feira (13), o Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical) deflagrou greve por tempo indeterminado em protesto contra a Reforma da Previdência municipal. A paralisação teve início em frente à Câmara Municipal de Manaus (CMM) e atinge aproximadamente 2 mil professores e pedagogos da rede municipal de ensino.

A categoria rejeita a proposta que aumenta o tempo de contribuição das mulheres em sete anos e dos homens em cinco. A greve foi aprovada em assembleia no dia 7 de novembro, cumprindo o prazo legal de 72 horas antes do início.

Elma Sampaio, coordenadora da Asprom Sindical, confirmou que os professores paralisaram as aulas e estão mobilizados nas ruas com panfletagens, caminhadas e reuniões públicas para aumentar a adesão à greve, mesmo enfrentando pressão de gestores e coordenadores distritais.

A paralisação respeitará a lei, mantendo 30% dos servidores em atividade para os serviços essenciais.

O estopim da greve foi a aprovação em primeiro turno da reforma na Câmara, em uma votação realizada de surpresa e considerada pelos professores como ilegal e antidemocrática, sem diálogo com a categoria.

Apesar do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) ser contrário ao movimento, somente os professores e pedagogos da rede municipal estão em greve. Os servidores administrativos, representados pelo Sinteam, continuam trabalhando normalmente.

Texto: Redação
Imagem: Reprodução

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